Famílias Muzambinhenses

A memória de uma cidade é a somatória das memórias de seus habitantes. São eles que carregam e transmitem não só o jeito, a cultura, os costumes, mas tudo aquilo que nos deixa mais próximos de sua integridade : a história dos paralelepípedos , algumas pessoas de um bairro, as praças e seus jardins. Mas, o coração real da cidade, são as famílias na sua total interação com a comunidade. Muzambinho é um misto de italianos, portugueses, sírios, libaneses e   … A forma mais simples de registrar, por séculos, a nossa tradição é a fotografia. Elas falam tudo. São desnecessárias palavras para expressar o que cada uma representa. Nela podemos sentir a alegria, o amor  e até mesmo a tristeza estampada em algum rosto meio indefinido. Famílias numerosas … Famílias ricas ou pobres … Enfim, família é família, independente de raça, religião ou classe social. Eis algumas de nossas famílias:

Família Rondinelli

rondinelli

Família  Sr. Almírio Borelli

borelli

Família Vieira

vieira

Família Bócoli

bócoli

Família Cerávolo

cerávolo

Família Dipe

dipe

Família Carnevalli

carnevalli

A Família não nasce pronta, constrói-se aos poucos, e é o melhor laboratório do amor. Em casa, entre pais e filhos, pode-se aprender a amar, pode-se experimentar com profundidade a grande aventura de amar sem medo. A família pode ser o ambiente mais apropriado para uma maravilhosa experiência de amor.

 

 

 

 

Cleusa Ely

O portal muzambinhense de recordações ilustrativas, nos remetendo ao saudosismo e sentimentalismo. Sou apaixonada por fotografias antigas e essa particularidade me fez criar a página Sou mais Muzambinho. Desde fevereiro de 2012, faço do meu hobby, uma realização pessoal. Essa página não seria tão ilustrativa sem a ajuda de meus colaboradores. Chego à ser cansativa nos pedidos às pessoas que possuem um acervo interessante, mas é na insistência que consigo fotos fabulosas e de valor inestimável. As fotos atuais são feitas por mim, para um comparativo de lugares e ângulos iguais às fotos antigas. Tenho orgulho de minha cidade e quero que suas belezas naturais sejam compartilhadas com todos nossos conterrâneos. Obrigada à todos por fazerem da minha realização a sua contemplação.

10 comentários em “Famílias Muzambinhenses

  • junho 16, 2015 em 4:47 pm
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    me lembro mto bem dessas familias em Muzambinho , somos tadicionais tbm familia Goulart , parabens Cleusa Ely por criar esta pagina tbm gosto mto de fotos antigas principalmente em se tratando de minhas tradicões e minha cultura ,obgd por nos dar o praser em contemplar essas ftos maravilhosas , fas nos retornar ao passado maravilhoso quando ainda morava.em MUZAMBINHO sai de la nos anos 70 precisamente em 1971, meu pai saudoso Miguel Goulart ( mecânico ) trabalhou na oficina de Sr. José Antinori, no centro ,e se tornou o mecânico mais requisitado em toda região ,tbm somos parte da familia Casagrande ,meu TIO Pascoal Casagrande , foi Funcionário da Escola Agrotecnica de Muzambinho , que tbm era mecanico e ensinou a profissão ao meu pai enfim é um praser enorme ver as minhas raizes através da fotografias o meu mto obgd a vc amiga e a todos os colaboradores e um forte abraço . fique com DEUS

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    • junho 24, 2015 em 5:22 pm
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      Oi Miguel.A minha intenção é realmente recordar e manter a história de Muzambinho registrada. Conto sempre com sua visita no nosso site. Abraços.

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    • Maio 20, 2017 em 9:07 pm
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      A esposa do seu tio Pascoal Casagrande se chamava Luiza Baldon? também somos da familia Casagrande com origem em Muzambinho. Não conheço tive conhecimento, mas meu bisavô chamava-se Pascoal Casagrande e morava em Muzambinho. Nasci em Sertanópolis no Paraná.

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  • junho 16, 2015 em 5:46 pm
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    Oi Marcos. Estou em débito com as demais famílias. Infelizmente, não dá para colocar as fotos de todas elas aqui. Fiz a opção em postar as fotos mais antigas; e com destaque, a Família Prado, por ser a mãe com o maior número de filhos,dona Águeda foi mãe de vinte e um filhos, sendo dezenove vivos.
    Na página, há um álbum onde vc encontrará suas famílias. Obrigada pela postagem. Abraços.

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  • junho 21, 2015 em 12:07 pm
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    Parabéns, mais uma vez, Cleuza pois é muito gostoso ver fotos e dados de famílias antigas de Muzambinho, de uma época em que todos se conheciam, que a cidade tinha raízes. Cada uma com sua história. Como você bem o menciona, são muitas famílias. Lembro, porém, que muitas famílias moravam, em grande parte, em bairros de Muzambinho como o caso da minha – Bueno – em que muitos moravam em Barra Mansa(repito, bairro do município e que só se emancipou a partir de 1949 e passou a chamar-se Juruaia). Barra Mansa tinha até mesmo um cidadão que era eleito para representar o bairro perante a Câmara de Vereadores.As terras dos Bueno passavam por Juruaia indo até as proximidades do bairro do Morro Preto, de um lado, até as divisas com Guaxupé, onde muitos se radicaram e houve até mesmo casamento com a família Ribeiro do Valle. De outro lado, íam as terras até as proximidades da estrada que vai para Nova Rezende.Pessoas de destaque em Muzambinho foram o Tenente Bueno e tantos outros.Como eu, muitos moraram e estudaram em Muzambinho onde havia o antigo liceu que era uma das melhores escolas do Estado, além da famosa Escola Agrotécnica. Enfim, cumprimento-a pela iniciativa e sei que saudosistas como eu estão adorando as matérias. Considero que é também uma forma de manter a memória da cidade que cresceu e evoluiu de um lado mas está perdendo um pouco de suas raízes. Um progresso que trouxe para a cidade, inclusive, a criminalidade, entorpecentes, algo bastante nocivo pois desagrega muito essa que é a célula mater da sociedade, a família.

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  • junho 22, 2015 em 10:12 am
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    Obrigada Nilza. Conto sempre com sua colaboração, na complementação de minhas postagens.Abraços.

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  • junho 24, 2015 em 12:17 am
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    Fico feliz e emocionado de ver as minhas famílias Bócoli e Dipe acima e tantas outras que convivemos aí em Muzambinho. É uma pena que a grande maioria dessas pessoas tão queridas já não estão no meio de nós. Já cumpriram seu papel por aqui e estão na morada definitiva, “pois não temos aqui morada permanente, mas vamos em busca da futura”(Heb. 13,14). Parabenizo mais uma vez a Cleusa e a toda equipe por esta brilhante idéia de trazer presente aqueles que nos são tão importantes e que deixaram uma profunda saudade.

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    • junho 24, 2015 em 5:13 pm
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      Boa tarde Geraldo.É uma alegria poder compartilhar com vc essa emoção.Abraços.

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  • setembro 21, 2017 em 5:00 pm
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    Boa tarde, me chamo Ivan Paulo Nadaletti, moro em Erechim – RS, estou em contato com a família Nadaletti de Muzambinho, estou trabalhando na genealogia da família Nadaletti, eles estão encontrando dificuldades para conseguir informações dos antepassados, gostaria de saber se vc tem algum material sobre a família Nadaletti, parabéns pelo teu trabalho, obrigado

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  • Janeiro 17, 2018 em 6:07 pm
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    Boa tarde

    A senhora tem algum registro da família de Pedro Mariano da Silva e Maria Teodolina de Jesus na década de 1930?

    Respeitosamente,
    Rogério Mattos

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